terça-feira, 28 de junho de 2005

Saudades

Fico dias sem postar mas há noites em que preciso de o fazer mais que uma vez. Compensação?

Tenho saudades de dar mais atenção às Blythes...



...E de tirar fotos ao Témis.

Hoje

Hoje tive um dia igual a todos os outros: vazio.

quarta-feira, 22 de junho de 2005

The Smashing Pumpkins

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Ontem, numa declaração que o Billy Corgan publicou no Chicago Tribune, ele revelou que tinha planos para o futuro dos The Smashing Pumpkins. Ora, quem me conhece sabe que eu amo esta banda! Choque! Êxtase total! Muita emoção! Wow!
Os Smashing, a minha banda, poderão voltar… Bom demais! E eu fiquei muito contente. Mas só agora percebi. Tenho o winamp ligado com várias músicas que estão a tocar aleatoriamente, quando, de repente, ouço os primeiros acordes da Disarm. Ok! Pára tudo! Eu percebi a razão de tanta felicidade! O facto de haver uma hipótese de tornar a ouvir as músicas que eu adoro ao vivo. De poder cantar a Disarm com o Billy e com centenas de pessoas. Acho que mais do que ouvir coisas novas da “minha banda”, é o facto de poder ver os concertos deles ao vivo que me alegra mais. Músicas novas o Billy podia continuar a fazer sozinho. Mas não, nada paga um concerto de Smashing ao vivo. Isso é tanto! Só feliz!

sábado, 11 de junho de 2005

Cap? Pas Cap?

Jeux d'Enfants

“Pour gagner ce jeux, il faut une jolie boîte, une jolie copine, et le reste on s’en fout...”


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terça-feira, 7 de junho de 2005

It's all about me!

Há 10 anos
01. Lia poemas do Frank Zappa à hora de almoço
02. A primeira traição de uma amiga
03. A morte de alguém que amava muito
04. Divertia-me imenso

Há 5 anos
01. Ainda me divertia imenso
02. Apanhei a maior desilusão da minha vida quando soube que os Smashing iam acabar
03. O melhor concerto da minha vida: 15 de Janeiro de 2000, The Smashing Pumpkins, coliseu dos Recreios, Lx
04. 1ª da fila!! Weee!!

Há 4 anos
01. O Artémis escolheu-me!!

Há 2 anos
01. Continuava a divertir-me
02. As coisas nem sempre foram fáceis
03. Fiz uma endoscopia
04.Concerto de Zwan!!!

Há 1 ano
01. Não vi o Billy
02. Ofereceram-me 2 Blythes!!
03. O Artémis fez 3 anos
04. Before Sunset
05. Amigos!

Ontem
01. Fui ao dentista
02. Tive muito calor
03. Monografia

Hoje
01. Dores menstruais
02. Festas ao Artémis
03. Monografia
04. Muito calor

Amanhã
01. Ispa e monografia
02. Divertir-me
03. O meu avô faz anos

5 coisas sem as quais não consigo viver (ok, serão 7)
01. O Artémis
02. Os amigos
03. A música
04. As Blythes
05. Os livros
06. Lisboa e S. Miguel
07. A família

5 Coisas que compraria com $1,000
01. Blythes
02. Qualquer coisa linda para o Artémis
03. Voltava a Londres
04. Um jantar com os meus amigos
05. A quem estou a tentar enganar?!? Acessórios para as Blythes!!!

5 dos meus maus hábitos
01. Dormir demasiado
02. Gostar de falar quando estou a ver um filme
03. Falar incessantemente do Artémis e das Blythes
04. Preguiça
05. Atrasar-me

5 programas/séries televisivas de que gosto
01. Will & Grace
02. Seinfeld
03. Alias
04. Late Night with Conan O'Brien
05. A liga dos últimos

3 coisas que me assustam
01. Répteis
02. Pessoas que não gostam de gatos
03. Elevadores

3 peças de roupa que trago vestidas
01. Calças
02. Chinelos
03. T-shirt

4 bandas/músicos favoritos
01. The Smashing Pumpkins
02. Billy Corgan03. Sigur Rós
04. Kings of Convenience

3 coisas que gostaria muito de fazer neste momento (4?)
01. Russel Square
02. Navegar no ebay com dinheiro
03. Abracinhos!!
04. Marrrrrr

3 lugares que gostaria de visitar quando em férias
01. Japão
02. Galiza
03. Londres

Questionário adaptado daqui.

OH NÃO!!!!

Oh não! Oh não!
Fui enganada durante toda a minha vida!?! E o Popeye???

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quinta-feira, 2 de junho de 2005

The End Never Comes

Rescued in your embrace
From the shadow of a sweet sorrow
That takes me in her grey wings
And carry me to the other side
It's never long enough
It's never gone enough
And it flies and flies
And the end never comes
we don’t know the path to take
We don't have a place to rest
The end is so very lost
And it's never far enough
It's never dark enough
And we fly and fly again
We go up and down we go
We're lost in this end
And the end never comes
And the end never ends

sexta-feira, 13 de maio de 2005

A viagem


Pouca-terra-pouca-terra-uuuu-uuuUUUuuu
Pouca-terra-pouca-terra-uuuu-uuuUUUuuu


Em poucos lugares me sinto tão bem como num comboio. Num qualquer, apesar da preferência pelos interregionais.

Quando se viaja de comboio, e se quer desfrutar ao máximo, são precisas três coisas: uma mente confusa, um caderno para escrever (ou um livro) e a nossa música. É assim que tento viajar sempre. Devo confessar que nunca abandono nenhuma destas coisas.

Quando estou farta de esperar na estação, ouço, melhor ou pior, uma voz que anuncia a sua chegada e que me promete uma viagem diferente. Começo a ficar mais calma. Ah! Não, ainda não! Esqueci-me que vem aí o comboio. Agora vai ser a confusão de entrar, procurar o lugar, marcado ou não. Dá-me licença? Desculpe. Só um jeitinho… Obrigada! Ouço a buzina que grita partida.
Chego finalmente ao lugar, o lugar escolhido (provavelmente pelo acaso), o lugar eleito para uma grande viagem. (Acho que os lugares são intemporais. Um lugar é efémero, é aquilo que mais temos de nosso e que menos possuímos. É isso. Acho que um lugar é isso.)
Agora sim, começo a ficar mais calma. As pessoas vão sentando-se. A poeira torna a baixar. Chegou a hora de embarcar na mais maravilhosa das jornadas. A viagem do pensamento, do tudo, das árvores que se vêem da janela, do rio, do nevoeiro, do sono, da chuva, do nada, das palavras, do sonho.
A música é a primeira a chegar. É importante que seja a primeira. É importante que seja nossa. E é, ainda, importante que nos faça sentir… qualquer coisa… tudo…ou mesmo… nada. Ou que não nos faça sentir de todo.
Ajeito-me (como que a enroscar-me) no banco até me sentir confortável. Olho para o mundo que corre lá fora. Já que eu, eu, estou num lugar sem tempo, numa viagem que dura um tempo que não existe.
Já estou quase calma: ainda falta o revisor. O revisor vem sempre. Bem ou mal disposto. Mais ou menos sorridente. Mas vem. Gosto sempre quando o revisor sorri para mim e me diz “obrigado”. Eu retribuo.
Estou calma.
Agora junta-se tudo, a paisagem lá fora, a música, o livro que folheio ou a ponta da caneta que caminha sobre o caderno branco. O movimento do comboio acolhe-nos, uma mãe que embala um filho nos braços. Somos todos só um. Em movimento. Num lugar e num tempo que não existe. A realidade afasta-se cada vez mais.
O sonho é sempre a opção seguinte. A dormir ou acordada. Longe. Estou tão longe… E o mundo gira. E as pessoas nascem, vivem e morrem. As suas vidas. As suas verdades e os seus segredos. Os animais e as árvores. A água que corre para o mar e para a terra. As pessoas que se destroem, a elas próprias, aos outros. E eu, tão longe… Eu estou tão longe. Anjos que cantam, pés que caminham sobre o mar, copas de árvores que chegam ao céu, animais que falam e eu, eu posso…voar. Longe. Tão calma.

Anunciam a estação antes da minha¹. O tempo recomeça a passar. O mundo torna a girar cá dentro. A vida torna a ser minha e a depender das minhas decisões. Sou eu de novo. A calma demora sempre menos a partir que a chegar. Anunciam a minha estação. Arrumo o caderno e a caneta (ou o livro). Desligo a música. Visto o casaco (há quase sempre um casaco a vestir). Levanto-me e caminho até à porta. O comboio pára. Saio. O mundo gira cá fora. Já não estou calma.




Nota: Tudo isto deixa de ser verdade quando o acaso escolhe para o lugar atrás do nosso uma criança alegre e activa, especialmente se tiver um brinquedo com som.



1 - Nem sempre anunciam a estação. O anúncio é feito apenas no intercidades e no alfa. Nos outros comboios tenho que as ver, implicando uma maior atenção que, com o tempo, é quase um reflexo.

segunda-feira, 9 de maio de 2005

Vinicius de Moraes

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O Gato

Com um lindo salto
Lesto e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pega corre
Bem de mansinho
Atrás de um pobre
De um passarinho
Súbito, pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando tudo
Se lhe fatiga
Toma o seu banho
Passando a língua
Pela barriga.


in "Poesia completa e prosa: "Poemas infantis""

terça-feira, 26 de abril de 2005

Almost Normal





You Are 55% Normal

(Somewhat Normal)









While some of your behavior is quite normal...

Other things you do are downright strange

You've got a little of your freak going on

But you mostly keep your weirdness to yourself


Yesss!!! I knew it!!!!!

Incrível! Eu sempre soube que Londres era a minha cidade, mas fiquei parva quando um simples teste (ou um teste simples) o confirmou!!!







You Belong in London


A little old fashioned, and a little modern.

A little traditional, and a little bit punk rock.

A unique woman like you needs a city that offers everything.

No wonder you and London will get along so well.


What City Do You Belong in? Take This Quiz :-)



Find the Love of Your Life
(and More Love Quizzes) at Your New Romance.



terça-feira, 12 de abril de 2005

Garden State

“I know it hurts. But it's life, and it's real. And sometimes it fucking hurts, but it's life, and it's pretty much all we got.”


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quinta-feira, 7 de abril de 2005

Estou viciada!

I am "the boner that brushes up against you in the elevator"!!!


Made by the fine folks at
daylighttwilight.com

terça-feira, 5 de abril de 2005

Vou descobrir quem sou!

Quando chegar ao centésimo teste hei-de chegar lá...

sábado, 26 de março de 2005

What Smashing Pumpkins song am I?

thirty-three
You are "Thirty-Three" from the album
"Mellon Collie and the Infinite
Sadness."

What Smashing Pumpkins Song Are You (lots of outcomes)?
brought to you by Quizilla

Voltar à Nazaré

Ver: Eternidade

Voltei à Nazaré num dia de inverno. Cheguei cedo. As ruas tinham ainda pouca gente e a praia estava cheia de gaivotas que descansavam na areia. O céu estava limpo e o cheiro do mar pairava por todo o lado.
É sempre bom ir à Nazaré num dia assim. Aproveitar o que de melhor tem e sentir-lhe o cheiro. o cheiro da Nazaré é totalmente indescritível. O mar, a areia, as pessoas, as ruas nem sempre muito limpas (se bem que a Nazaré, parece-me, está a ficar cada vez mais limpa). Até as casas de banho têm um cheiro próprio (todas, por muito limpas que estejam). Passei grande parte da minha infância na Nazaré. Quando ainda havia espaço para brincar na areia e as pessoas não eram tantas como agora. Para mim, a Nazaré no verão tornou-se insuportável. Não há espaço na areia, há gente em todo o lado, há filas. Eu gosto de confusão mas depois do ano inteiro em Lisboa, prefiro ver menos gente e ter mais espaço à minha volta.
Sinto-me triste por a Nazaré que eu conheci já não existir. E por nao gostar muito da nova. Agora, ir à Nazaré no inverno é a unica opção. E gosto. Gosto que haja uma Nazaré no inverno. Gosto de poder lá voltar e de o fazer mesmo.
Desta vez não tinha máquina fotográfica. Mas tirei umas quantas de memória. E guardo-as aqui. Para nunca me esquecer da areia que enterrou parte do meu passado. E para lá voltar sempre.

Cutie Pie

Ohh, não consigo deixar de "postar" as fotos do témis.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2005

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2005

Too much love...



A minha Blythe, Constança, e o Artémis, o meu charmoso gato preto.

sábado, 12 de fevereiro de 2005

Carnaval

Na terça foi carnaval. Na verdade, já não sei o k isso é... é outro dia de entre os dias... só um dia. as máscaras já não fazem sentido, apesar de às vezes se querer ser quem e o que não se é. Sim, deve ser esse o dia de carnaval. O dia de ser o que se quer, quem se quer... de fazer o que não se pode fazer nos outros 365 ou 364 dias do ano. Afinal, ninguém leva a mal! - é o que diz o ditado popular. Não sei se a palavra ditado é a mais certa, mas é o que se diz no carnaval. Nesse dia ninguém é louco ou parvo. Cada um escolhe o que vai ser. Uma joaninha ou um diabo ou uma fada ou uma borboleta ou um anjo ou o abominável homem das neves ou o capuchinho vermelho ou uma princesa ou um rei ou uma bailarina ou o super homem .......................... ou .......................... ou ................................. pregar partidas à vida...